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A Amazon anunciou essa semana uma série de novos dispositivos Kindle, incluindo o primeiro leitor digital a cores da empresa.

“Nos 17 anos desde que apresentamos o Kindle original, nunca paramos de melhorar a experiência de leitura. Estendemos a duração da bateria, melhoramos a velocidade e o contraste, aumentamos o tamanho da tela e muito mais, tudo isso enquanto aumentamos nossa biblioteca para mais de 15 milhões de títulos no mundo todo. Agora, estamos combinando todas essas melhorias com nosso próximo salto adiante.”

A evolução do Kindle

Os livros digitais já existiam bem antes do Kindle ser inventado, mas não se pode negar que o dispositivo impulsionou a indústria editorial e incentivou os leitores a aderirem ainda mais aos eBooks, quando foi lançado em 19 de novembro de 2007 nos Estados Unidos. O primeiro Kindle contava com 256MB de memória interna e uma tela antirreflexo preta e branca que se assemelhava ao papel, o que permitia uma leitura mais confortável mesmo sob luz solar intensa. 

Ao longo dos anos o dispositivo ganhou diversas atualizações, com telas mais sensíveis ao toque, a capacidade de ajustar o tamanho, o estilo e o espaçamento da fonte, um design mais leve e moderno, duração maior da bateria e mais espaço de memória. Além de ter adicionado uma iluminação embutida no Kindle Paperwhite, uma impermeabilização no Kindle Oasis, e uma canela eletrônica no Kindle Scribe. No Brasil, o Kindle chegou apenas em dezembro de 2012, e em 2022 a Amazon lançou o Kindle 11ª Geração, com uma aprimorada tela de 6” em alta resolução (300ppi), o dobro do armazenamento (16GB), carregamento por USB-C, bateria de duração mais longa (6 semanas) e pesando apenas 158 gramas (quase metade do peso do original). Além disso, a luz frontal embutida ajustável (4 LEDs) e o novo recurso de modo noturno permitiam uma leitura confortável em ambientes abertos ou fechados a qualquer hora do dia.


Depois dessa evolução, o público foi pego de surpresa quando a Amazon anunciou uma série de novos Kindles em 16 outubro de 2024. O novo Kindle é mais leve e compacto, com recursos de tela aprimorados e trocas de páginas mais rápidas, além de vir em duas cores, preto e verde. A luz frontal tem 25% mais brilho na configuração máxima, agora tão brilhante quanto o Kindle Paperwhite. Com a luz frontal ajustável e o modo noturno, você pode ler a qualquer hora do dia com a tela antirreflexo de 6”. Já o novo Kindle Paperwhite (16GB) e o Kindle Paperwhite Signature Edition (32 GB) são os mais rápidos já lançados, com um design ultrafino e uma tela antirreflexo de 7” de última geração, que conta com alto contraste e trocas de página 25% mais rápidas. Além de ser à prova d’ água e de ter uma bateria que dura até 12 semanas. Sem falar, que o Kindle Paperwhite Signature Edition conta ainda com luz frontal autoadaptável (17 LEDs), carregamento sem fio e está disponível na cor Preta Metálica.

No entanto, a grande inovação veio mesmo com o Kindle Colorsoft Signature Edition, o primeiro dispositivo em cores a ser lançado em 30 de outubro apenas nos Estados Unidos, que até o momento não tem previsão de lançamento no país. O dispositivo possui as mesmas funcionalidades do Kindle Paperwhite Signature Edition com algumas pequenas e revolucionárias diferenças, a de que será possível visualizar capas e ilustrações em cores, adicionar destaques coloridos no texto, e sua bateria terá a duração de até 8 semanas.

Segundo descrito no site oficial da empresa, o Kindle Colorsoft possui revestimentos formulados sob medida entre as camadas do display para melhorar a cor, um guia de luz com microdefletores para minimizar a luz difusa e um revestimento ultrafino na pilha do display para melhorar o desempenho óptico. O display foi construído em um backplane de óxido para contraste mais nítido, viradas de página mais rápidas e melhor qualidade de imagem. O resultado final é uma leitura a cores ideal. Além disso, agora você pode destacar o texto em amarelo, laranja, azul ou rosa, e procurar seus destaques por cor.

Mas e você, o que achou dessa novidade? Gostaria de um Kindle em cores ou prefere o preto e branco? Me conta nos comentários!
Um concurso internacional, promovido pela The Literary Platform, convidou artistas do mundo inteiro para produzir uma animação que ilustrasse uma gravação de áudio, considerada rara e profética, feita por Douglas Adams.

Douglas Adams / Imagem: Divulgação
Autor da mundialmente famosa série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, Adams gravou, em 1993, um breve trecho de áudio para a editora americana Voyager Expanded Books de Bob Stein, na qual ele falava sobre a evolução do livro.

Na gravação, o escritor mencionava o inicio da escrita nas rochas, depois nos pergaminhos e por fim a criação do livro encadernado. Curiosamente, ele também descrevia a criação de uma ferramenta totalmente nova de leitura, o iPad. Mais de vinte anos depois, as palavras de Adams mostraram ser bem precisas em relação a evolução do livro, além de soarem quase como proféticas para muitos, em especial seus fãs.

O Júri

Os vídeos foram julgados pelo ator, escritor e apresentador Stephen Fry, que era também um amigo próximo e colega de Douglas Adams. Assim como Bob Stein (SocialBook, Inc), que publicou em 1992, os três primeiros títulos da série de livros “Voyager Expanded”, da qual fazia parte a trilogia “O Guia do Mochileiro das Galáxias” de Douglas Adams. Além de Dhaliwal Ranjit, editor de imagens do famoso site de notícias, The Guardian, e os designers Merlin Nation e Chris Angelkov (ATYP).

Assim, no dia 25 de maio, no qual é celebrado o Dia da Toalha, a comissão julgadora anunciou o vencedor do concurso, a animadora autodidata de Oregon, EUA, Eleanor Stokes



Também foram selecionados três vice-campeões, sendo eles Andy Little (Reino Unido), estudante de Ilustração e Animação da universidade de Cambridge School of Art, além de Mike Belgrave (Reino Unido), comediante stand up, animador, musicólogo e diretor de vídeo. Assim como o designer e ilustrador Gavin Edwards (Reino Unido).




The Literary Platform

The Literary Platform, ou na tradução a Plataforma Literária, fundada em 2009 por Sophie Rochester, é uma agência especializada, além de um recurso online dedicado a projetos que envolvem a Literatura e a Tecnologia. 


A Plataforma também oferece serviços de consultoria para editoras, organizações literárias, autores, start-ups, desenvolvedores e setores acadêmicos. Sua equipe editorial baseia-se na Europa (Londres e Genebra), mas abrangem projetos no mundo inteiro.


Saiba mais sobre a competição no site oficial da Plataforma.
Deixando de lado sua licença médica, Steve Jobs, diretor-executivo da Apple, apresentou ontem em São Francisco a tão aguardada nova versão do iPad.


O tablet será lançado nos EUA em 11 de março, com o mesmo preço de lançamento da versão anterior, entre US$ 499 e US$ 829 dólares.

O dispositivo vem com processador A5 de dois núcleos (mais rápido que o modelo anterior), giroscópio (inovação tecnológica que gera sensação de maior movimento que o acelerômetro), câmeras frontal (VGA) e traseira (para vídeos em alta definição), além de ser 33% mais fino do que seu antecessor e contar com a tecnologia de videoconferência FaceTime. E sua bateria, segundo o fabricante, dura até dez horas.


Durante o evento também foi exibido um vídeo sobre o primeiro ano de existência do tablet, mostrando como o iPad mudou a maneira do mundo ler.
A imprensa norte-americana recebeu, há algumas semanas, um convite da Apple para comparecer a uma coletiva que ocorre, hoje, em São Francisco, na Califórnia.


Ao que tudo indica, a empresa pretende apresentar, nesta quarta-feira, a mais nova versão do iPad, que tem sido mantida sob o mais absoluto segredo. 

Não há nenhuma pista oficial sobre as novidades que devem compor a interface do novo tablet, no entanto, entre os possíveis recursos são esperados, uma câmera frontal para que os usuários possam utilizar o recurso de teleconferência FaceTime e um processador mais potente, além de uma versão mais fina e rápida.

Agora é esperar pra ver!
O site Superdownloads está promovendo, durante os meses de novembro e dezembro, uma campanha de incentivo à leitura, que convida todos os usuários a realizarem downloads grátis de e-books dos mais diversos estilos literários.


Com o tema “conteúdo sem barreiras”, o site possui em seu acervo mais de 500 livros digitais de renomados escritores da literatura mundial, desde o brasileiro Machado de Assis ao britânico William Shakespeare, além de revistas e periódicos.

Para o Diretor Executivo do Site, Conrado Soares, a educação precisa da leitura como via de inclusão social e melhoria para a formação das pessoas. “O Superdownloads incentiva à leitura, colocando à disposição dos usuários uma verdadeira biblioteca online, para facilitar o acesso à cultura e aprendizagem”, diz o executivo.

O acervo é atualizado constantemente e todas as suas obras se encontram em domínio público ou contam com a devida licença por parte dos titulares dos direitos autorais.

Para conhecer a biblioteca virtual e baixar e-books grátis basta acessar o site Superdownloads.
Em constante evolução a tecnologia do e-Reader, leitor digital para e-books, tem dominado o mercado mundial, desde seu lançamento em novembro de 2007, criando uma nova tendência no que se refere à leitura.


No entanto, apesar das suas inúmeras vantagens, o leitor digital ainda enfrenta algumas limitações, como a de exibir apenas conteúdo em preto e branco numa tela LCD, que depois de certo período de leitura se torna cansativa para a vista. Porém esse limite está prestes a ser ultrapassado.

Ao utilizar a tecnologia de tinta eletrônica (e-ink), ou papel eletrônico (e-paper), que reflete a luz da mesma forma que o papel, os e-Readers tem se aproximado cada vez mais da sensação de se ler um livro convencional.

Sua mais nova evolução possui telas flexíveis tão finas quanto uma folha de papel. O projeto está sendo desenvolvido pela organização taiwanesa de pesquisa, a Taiwan Industrial Technology Research Institute (ITRI) e por uma das maiores fabricantes mundiais de LCD, a AU Optronics.


“As telas flexíveis são muito finas, cerca de 30 mícrons”, declarou John Chen, diretor-geral da ITRI. “O desenvolvimento do processo de fabricação foi feito pela ITRI enquanto AU cuidará da parte de produção industrial dos produtos”, acrescentou.

O processo foi chamado de FlexUPD, sigla para Flexible Universal Panel for Displays, ou, painel flexível universal para displays. De acordo com o ITRI, “é a tecnologia mais simples e barata para a fabricação em massa de displays flexíveis que simulam papel”.

Uma das intenções do projeto é fazer com que os leitores digitais sejam utilizados principalmente em escolas. Pois sua composição flexível e mais resistente, tornando-o um material adequado também para crianças. A previsão é que o aparelho esteja disponível para venda em 2011.

Mas a evolução não para por aí, pois durante a mostra Flat Panel Display International, em novembro deste ano, no Japão, a E-Ink Corporation, que atualmente domina o segmento e fornece as telas para o Kindle da Amazon, demonstrou o primeiro display colorido para leitores de e-books.


A nova tecnologia, chamada de E-Ink Triton, exibe 16 tonalidades de cinza e milhares de cores. O aparelho será produzido pelo fabricante chinês Hanvon, e terá uma tela de 9,7 polegadas e acesso a internet por Wi-Fi ou 3G. A estimativa de preço está por volta de US$ 440 na China.


“O que você anda lendo?” Essa é a pergunta da página inicial do Skoob, uma rede social brasileira, exclusivamente, criada para os amantes da leitura.


Numa época em que as redes sociais dominam o dia a dia dos usuários, surge o Skoob, que significa books (livros) ao contrário, desenvolvido em 2008 pelo analista de sistemas Lindenberg Moreira, com o único objetivo de socializar o ato de ler.

Embora no exterior também existam redes similares, como a Goodreads e a Shelfari, o Skoob é a primeira feita por brasileiros para brasileiros. Com mais de 270 mil usuários, até o momento, a rede social permite aos seus membros, chamados de “skoobers”, conhecer pessoas que compartilham do gosto pela leitura, além de encontrar opiniões diversas sobre livros que pretendem ler ou comprar.

“A leitura geralmente é algo solitário. Ler um bom livro é maravilhoso e poder compartilhar essa leitura com outras pessoas deixa tudo ainda mais fascinante”, destaca o criador do portal.

Como Funciona?

A ideia é bem simples, depois de se cadastrar o usuário ganha um perfil no sistema, onde irá realizar buscas por livros classificando-os como já li, pretendo ler, estou lendo, vou ler, relendo ou abandonei, montando assim a sua estante virtual.
 

O catálogo do Skoob é bem variado, desde histórias em quadrinhos como a Turma da Mônica Jovem até clássicos como “A Ilha do Tesouro” de Robert Louis Stevenson. E caso o usuário não encontre o título que busca, há a possibilidade de cadastrar o livro no acervo.

Como toda rede social o site possibilita formas de interação entre os usuários, como seguir os perfis que têm estantes interessantes de leitura ou deixar recados na área dedicada à comunicação entre amigos.

“Eu entrei no Skoob quando teve a promoção 1 Ipad ou 100 livros?, e achei muito bom, porque ele dá a oportunidade de você conhecer novos livros e trocar informações com os usuários. Eu tive um novo acesso a cultura através do Skoob”, comenta a mais nova integrante da rede social, Elizangela Lizardo Emidio.


Os Skoobers também podem compartilhar suas opiniões e impressões sobre as obras por meio de avaliações e resenhas, e já que elas podem ser feitas por qualquer membro, às impressões podem ser tanto positivas quanto negativas. Devido a isso as resenhas possuem um formato de discussão, contendo as definições de concordo e não concordo, para que os membros possam deixar suas críticas e fazer replicas a cada observação.

Outra ferramenta do site é o histórico de leitura, onde o usuário relata o que está achando até determinada página de um livro, fazendo pequenos comentários e lançando notas para as páginas lidas até o momento.  “Achei muito valido isso, dessa forma você tem quase um resumo de outra pessoa, e assim acaba se interessando pelo livro”, diz Elizangela.

Além de descobrir quem leu ou está lendo o mesmo livro e o que eles acharam, no Skoob é possível também formar grupos de discussão sobre qualquer tema relacionado à literatura, como o “Séries: Eu leio!”, grupo para divulgar e debater as séries que mais se destacam na literatura mundial. No momento há mais de mil grupos formados no Skoob.

Agora, os amantes da literatura e aqueles que apenas curtem um bom livro de vez em quando poderão se encontrar e trocar opiniões em tempo real num espaço virtual feito só para eles. Lembrando que a rede social tem ainda um Blog, uma página no Facebook e um Twitter, onde os usuários se informam sobre as últimas novidades seguindo o SkoobNews.

Para se tornar um skoober acesse o site da rede social Skoob.
Quando se pensa em literatura, a imagem que nos vem à mente é a figura do leitor, geralmente solitário, envolvido em uma leitura silenciosa. Essa é a imagem exposta na maioria das pinturas que retratam a literatura, e de fato era exatamente assim que acontecia, antigamente.

Reading by the Window by Charles James Lewis (1830)
Nos dias atuais, o ato de ler se tornou um pouco diferente, principalmente, depois da criação dos E-books, livros eletrônicos, que são baixados pela internet e lidos no computador ou em um e-reader, leitor digital. 

Segundo Alana Karem Carneiro da Silva, graduada em Publicidade e Propaganda, uma das principais vantagens do e-book é o preço. “Livros infelizmente são caros no Brasil, então acabo me rendendo aos e-books, pois consigo baixar de graça, mas aqueles que realmente gosto, acabo comprando. Falta incentivo a leitura aqui, e isso é triste!”.


Porém Vander Andrade, estudante de jornalismo, tem uma opinião contraria aos e-books. “Não gosto muito dos virtuais, pois eles cansam e ficam enjoativos de ler”.

Para muitos, a literatura é como um testemunho histórico, e os livros são o suporte pelo qual os valores de uma cultura são produzidos e transmitidos. Assim sendo os e-books podem ser considerados como uma característica da vida cultural moderna. O que torna o escritor e o leitor, um produto de sua época e de sua sociedade. 

Para a escritora Adriana Facina a literatura é um meio transmissor de informações, uma representação da cultura de um povo e de uma época. E assim como sofre a ação do meio em que é produzida, ela também age sobre ele.

“A literatura não é espelho do mundo social, mas parte constitutiva desse mundo. Ela expressa visões de mundo que são coletivas de determinados grupos sociais. Essas visões de mundo são informadas pela experiência histórica concreta desses grupos sociais que as formulam, mas são também elas mesmas construtoras dessa experiência”, explica Facina em seu livro “Literatura e sociedade”.

No entanto, mesmo nesses tempos modernos e apesar dos e-books serem práticos e na maioria grátis, muitos leitores concordam que o livro real e sua leitura tradicional são bem mais agradáveis.

“Sem sombra de dúvidas o prazer de um livro impresso é inquestionável. O sentar na varanda para ler junto de uma xícara de chá pequenos prazeres que não tenho com os e-books”, diz Alana.

“Prefiro os livros reais, eles podem ser lidos onde você quiser e a hora que você quiser”, comenta Vander.

Se quiser saber mais sobre a função social da literatura consulte o site WebArtigos.